Saberes tradicionais e o papel da escola: Repensando a Educação ambiental em Unidades de conservação brasileiras

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DOI:

https://doi.org/10.17979/ams.2015.02.020.1701

Palavras-chave:

educação ambiental, unidades de conservação, escola pública, emancipação, saberes tradicionais

Resumo

As Unidades de Conservação Ambiental foram criadas no Brasil como estratégia político-ambiental e pela crescente degradação dos recursos naturais que ocorreu pós-revolução industrial. Nesse período muitas comunidades que habitavam essas áreas sofreram as consequências da importação de modelos internacionais com caráter neoliberal, que viam os seres humanos como destruidores e precisavam, portanto, ser excluídos dos locais ou privados da continuidade de seus modos de vida. Essa situação gerou consequências de ordem social e econômica, intensificando a pobreza e criando um profundo e complexo processo de exclusão dos sujeitos. Considerando esta realidade, o presente estudo propõe discussões iniciais sobre o papel da Educação ambiental nessas áreas, tomando como eixo de reflexão uma escola situada na Ilha do Mel (Paraná-Brasil). É emergente a utilização de estratégias de Educação ambiental que possibilitem a emancipação dos sujeitos, dialogando com a bagagem de saberes que os educandos trazem e permitindo que, a partir deles, os saberes escolares sejam repensados e reorganizados, já que um dos grandes problemas que os povos do campo - como é o caso dos ilhéus - encontram são a falta de reconhecimento e valorização de sua cultura, em especial no espaço educacional, o que acarreta na falta de percepção dos sujeitos enquanto coletivo.

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Publicado

2015-12-14

Edição

Secção

Educação ambiental, conhecimento tradicional/alternativo

Como Citar

Saberes tradicionais e o papel da escola: Repensando a Educação ambiental em Unidades de conservação brasileiras. (2015). AmbientalMENTEsustentable, 2(020), 1827-1840. https://doi.org/10.17979/ams.2015.02.020.1701