Educação Ambiental nos Institutos Federais Brasileiros: Os Desafios da Educação Ambiental Crítica e Participativa no Ensino Médio e Profissionalizante
DOI:
https://doi.org/10.17979/ams.2015.02.020.1651Palavras-chave:
educação ambiental, crítica, participação, institutos federais brasileirosResumo
A Educação Ambiental Crítica está vinculada à compreensão de que o processo educativo se constitui também como um ato político, formando a cidadania através da prática social. O objetivo desse trabalho é discutir as experiências de Educação Ambiental dos Institutos Federais Brasileiros no ensino médio e profissionalizante da região norte do Brasil e seus avanços e desafios na busca de uma Educação Ambiental Crítica e Transformadora. Foram selecionados três projetos já desenvolvidos com alunos de ensino médio e de diferentes cursos de formação profissional e a comunidade. Podemos afirmar que propostas inovadoras, se por lado, enfrentam o desafio de sua implementação por esbarrarem nos modelos tradicionais de educação, por outro, representam a possibilidade de envolver toda comunidade acadêmica numa educação transformadora, seja na implementação de ações pontuais, seja na elaboração de programas de longa duração como o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Informática do IFAP. Assim, a incorporação de práticas pedagógicas e ambientais críticas e participativas podem ir além da alusão às data comemorativas, possibilitando a construção de conceito prático de Educação Ambiental, que pode ser contraposto ao conceitos tradicionais estabelecidos no interior da discussão teórica acerca da Educação Ambiental.
Downloads
Referências
ABINEE, Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (2011). Estatística Desempenho Setorial. São Paulo. Disponível em: www.abinee.org.br. Acesso em: 02 de Ago., 2013.
ALLEGRETTI, Mary (2008). A Construção social de políticas públicas. Chico Mendes e o movimento dos seringueiros. Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, n.18, Paraná: Editora UFPR, pp. 39-59.
BRASIL. Decreto Nº 6.087, de 20 de Abril de 2007 (2007). Regulamenta, no âmbito da Administração Pública Federal, o reaproveitamento, a movimentação a alienação e outras formas de desfazimento, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de abr., 2007.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura (2001). Qual educação ambiental? Elementos para um debate sobre educação ambiental e extensão rural. Porto Alegre. Revista Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, v. 2, n. 2, abr./jun.
DAROLT, Moacir Roberto (2002). Lixo Rural: Entraves, Estratégias e Oportunidades. Ponta Grossa: IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná.
DUAN, H.; MILLER, T. R.; GREGORY, J.; KIRCHAIN, R. (2013). Quantitativa characterization of domestic and transboundary flows of used electronics – analysis of generation, colletion, and export in the United States. Official Document of Environmental Protection Agency (EPA), under the umbrella of Solviong the e-waste problem (STEP) Dec., 121 p.
BRUGGER, Paula (2004). Educação ou Adestramento Ambiental. Florianópolis/SC: Editora Argos.
GUIMARÃES, Mauro. et al. (2009). Educadores Ambientais nas Escolas: as redes como estratégia. Revista Cadernos Cedes, Campinas, v. 29, n. 77, p. 49-62, jan./abr.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Censo 2010: população do Brasil é de 190.732.694 pessoas. 2010. Disponível em: http://censo2010.ibge.gov.br/noticias-censo?view=noticia&id=1&idnoticia=1766&t=censo-2010-populacao-brasil-190-732-694-pessoas. Acesso em: 03 de Jan. 2014.
LEITE, P.R; LAVEZ, N; SOUZA, V. M. (2009). Fatores da logística reversa que influem no reaproveitamento do “lixo eletrônico” – um estudo no setor da informática. Anais do SIMPOL, pp. 1–16.
LIMA, L.A.A. (2014). Proposta de Gerenciamento do Resíduo Tecnológico Produzido no Instituto Federal do Amapá campus Laranjal do Jari. Dissertação. Programação de Pós-Graduação em Educação Agrícola/UFRRJ.
LIMA, Antonio Almir de, et al. (2005). Lixo Rural: o caso do Município de João Alfredo (PE). Revista Eletrônica Caminhos de Geografia.. Disponível em: http://www.ig.ufu.br/revista/caminhos.html. Acesso em 24 de Jan. 2011.
MINAYO, M.C.S. (Org.) (2010). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 29 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes.
MIRANDA, F. (2012). Resíduo Rural e Educação Ambiental: entre práticas e representações sociais no Município de São João Evangelista/MG. Dissertação. Programação de Pós-Graduação em Educação Agrícola/UFRRJ.
REIGOTA, Marcos (1998). Desafios à educação ambiental escolar. In: JACOBI, P. et al. (orgs.). Educação, meio ambiente e cidadania: reflexões e experiencias, São Paulo: SMA, pp.43-50.
SOUZA, E.M. (2014). Educação Ambiental no Meio Rural: estudo das práticas ambientais na Escola União, Reserva Extrativista Chico Mendes em Xapuri/Acre. Dissertação. Programação de Pós-Graduação em Educação Agrícola/UFRRJ.
STEP (2009). One global understanding of re-use common definitions. Bonn: United Nations University.
USP, CEDIR - Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (2013). São Paulo. Disponível em: http://www.cedir.usp.br/. Acesso em: 12 de Out. de 2013.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Os traballos publicados nesta revista están baixo unha licenza Creative Commons Recoñecemento-CompartirIgual 4.0 Internacional.
Permitese e anímase aos autores a difundir os artigos aceptados para a súa publicación nos sitios web persoais ou institucionais, antes e despois da súa publicación, sempre que se indique claramente que o traballo pertence a esta revista e se proporcionen os datos bibliográficos completos xunto co acceso ao documento.
