As experiencias educativas do Museo Nacional de Arte Antiga en Portugal: “Todo o museo é unha escola; ningunha escola pode pasar sen o museo”

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17979/srgphe.2025.29.1.13273

Palabras clave:

Museo Nacional de Arte Antiga, servizo de extensión escolar, educación artística, João Couto, Madalena Cabral

Resumo

O Museo Nacional de Arte Antiga foi a referencia museolóxica para as elites portuguesas durante longas décadas e o herdeiro-depositario dos tesouros nacionais herdados dos conventos das ordes relixiosas extintas en 1834, imaxinouse como un centro de estudos de arte a partir da década dos 20 do século pasado, en harmonía coa propagación da acción educativa realizada polo seu director (ocupou o cargo durante 24 anos, entre 1938 e 1962). Deste centro sobresaíu o Servizo de Extensión Escolar/Servizo Infantil, que se difundiu como exemplo a outros museos, creado e impulsado polas personalidades notables dos seus orientadores principais, João Couto e Madalena Cabral. A cronoloxía adoptada comprende os primeiros 40 anos de funcionamento, desde a creación (1924) ata o cesamento da colaboración de João Couto co Museo (1964), que comprenden os seus períodos de formación, expansión e consolidación.  

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Publicada

2026-03-12

Número

Sección

Monografía

Cómo citar

As experiencias educativas do Museo Nacional de Arte Antiga en Portugal: “Todo o museo é unha escola; ningunha escola pode pasar sen o museo”. (2026). Sarmiento. Revista Galego-Portuguesa de Historia da Educación, 29, 65-83. https://doi.org/10.17979/srgphe.2025.29.1.13273

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