Oralidade e escrita na cultura popular

Os calendários impressos como mediação e transição para uma cultura escrita e urbana

Autores

  • Alicia Díaz Balado Universidade de Santiago de Compostela

DOI:

https://doi.org/10.17979/srgphe.2013.17.0.4091

Palavras-chave:

calendário, tradição oral, impressos, modernidade, consumo cultural, educação informal

Resumo

O avanço na consolidação do modelo económico capitalista exigia racionalizar a medida do tempo nos diferentes territórios europeus, tanto para o fomento da produtividade económica, como para o 'disciplinamento' social. Assim, o calendário, que tinha sido uma mediação característica, mas também variável, da sociedade tradicional, se foi convertendo durante a Modernidade tardia e a Contemporaneidade numa publicação impressa crecentemiente popular, paulatinamente padrão como género impresso. Como objecto de consumo cultural, o calendário ou almanaque incorporou novidades científicas em suas páginas publicitárias, conjuntamente com os conteúdos mais tradicionais e desenvolveu um papel formativo em contextos informais de educação.

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Publicado

2014-10-11

Edição

Secção

Miscelânea

Como Citar

Oralidade e escrita na cultura popular: Os calendários impressos como mediação e transição para uma cultura escrita e urbana. (2014). Sarmiento. Revista Galego-Portuguesa de Historia da Educación, 17, 99-111. https://doi.org/10.17979/srgphe.2013.17.0.4091

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