Patrimonio escolar. Visibilidad de la herencia educativa o aspecto menor que la musealización de la vida cotidiana?
DOI:
https://doi.org/10.17979/srgphe.2025.29.1.13264Palabras clave:
centros de memoria de la educación, iniciativas de base de profesores, musealización de lo cotidiano, museos de la educación, patrimonio escolarResumen
El patrimonio escolar ha ganado visibilidad y hoy es tema aceptado tanto entre historiadores como museólogos/as. Siendo, una realidad triunfante en diversos países, con larga tradición en museos pedagógicos nacionales, que se remontan al siglo XIX, en otros, ese movimiento inicial fue olvidado y sólo reanudado en los años 80 del siglo XX. Es el caso de Portugal, de España y de Brasil. En este artículo pretendemos analizar el surgimiento de museos de la educación, en la gran variedad de designaciones, en el contexto de la musealización del cotidiano, en que la vida escolar ha tomado un lugar preponderante en las sociedades contemporáneas. Al mismo tiempo, identificar el papel de la Historia de la Educación como disciplina en la formación de educadores/as en la valorización del patrimonio, el desinterés de los poderes centrales y la proactividad de pequeños núcleos de docentes, apoyados por las comunidades y el poder local en la creación de museos escolares. Reflexionaremos sobre el caso portugués, paradigmático por la negativa, recurriendo a ejemplos de otros países.
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